Rede de Intervenção Social já apoiou mais de 1800 pessoas

A Rede Local de Intervenção Social (RLIS) de Lamego garantiu o atendimento e o acompanhamento social a mais de 1800 pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social, desde junho de 2016, data de início de funcionamento.

De portas abertas na Rua do Teatro, foram feitos, ao longo deste período, 2540 atendimentos, sobretudo a idosos, desempregados e pessoas com insuficiência de rendimentos e em situação de carência económica.

A Misericórdia de Lamego, entidade coordenadora do projeto, faz um balanço muito positivo do serviço criado para melhorar o atendimento e o acompanhamento social no concelho, assumindo competências anteriormente desempenhadas pelos serviços da Segurança Social. “Desenvolvemos um trabalho muito meritório junto dos utentes que procuraram auxílio na resolução dos seus problemas. Ao atuarmos mais próximo da comunidade, conseguimos combater mais eficazmente a pobreza e a exclusão social, melhorando as condições de vida das famílias”, conclui o Provedor António Marques Luís.

Com vista a alcançar a maior eficácia possível, a RLIS de Lamego trabalhou diariamente em rede, “através da concertação da atuação de vários organismos e entidades e de uma coordenação eficiente de todos os agentes, meios e recursos, em colaboração permanente com o Centro Distrital de Segurança Social de Viseu, no domínio das responsabilidades de organização e monitorização”, explica Sandra Sousa, coordenadora do projeto.

Na área da ação social, a RLIS promoveu uma intervenção de primeira linha e a resolução de problemas sociais em situações de crise ou de emergência social. Dirigida, por exemplo, a desempregados que apresentaram comprovada carência económica e todo um conjunto de problemas associados a esta situação, ao nível de alimentação e da medicação. Nos últimos três anos, recebeu ainda um leque muito variado de pedidos de apoio, nomeadamente equipamentos, acesso a cuidados de saúde adequados, alimentação, habitação digna, informação sobre benefícios e respostas sociais dirigidas a idosos. Também foram solicitados auxílios económicos para fazer face a despesas urgentes com saúde, sobre-endividamento e a melhor forma de garantir a reintegração profissional e social.

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