Autarca fala em “dia importante” para o concelho

A assinatura do contrato para  a recuperação das termas das Caldas do Moledo, o lançamento da primeira pedra do hotel Quinta da Vacaria, juntamente com as palavras do ministro Pedro Nuno Santos, sobre a Linha do Douro, na quinta feira, levaram ontem José Manuel Gonçalves, autarca reguense, a afirmar que este foi “um dia importante para o concelho”.

Com o prazo de execução de 18 meses, a obra da recuperação das termas das Caldas do Moledo equivalerá a um investimento na ordem de um milhão e seiscentos mil euros, com financiamento comunitário garantido no âmbito do Programa PROVERE.

A recuperação do Balneário Termal marca o início de uma intervenção mais alargada.

A cooperação existente entre a Câmara Municipal do Peso da Régua e a Entidade Turismo do Porto e Norte de Portugal é a garantia de que continuarão a ser envidados esforços, com vista à recuperação do complexo termal e à revitalização dos cuidados de saúde de referência nacional, com uma aposta complementar na hoteleira e no aproveitamento de equipamentos existentes no local, como o Palacete de Caldas do Moledo.

“Estamos certos de que a médio prazo estarão reunidas condições favoráveis ao regresso das pessoas para tratamentos especializados. Esta será uma nova oportunidade para a dinamização da economia local e regional, coincidente com a criação de novos postos de trabalho, empresas em áreas complementares, novos residentes e reforço da oferta turística”, afirmou o autarca.

Depois da assinatura do contrato com o empreiteiro responsável pela obra o autarca dirigiu-se para a Quinta da Vacaria onde está a nascer um empreendimento turístico no valor de 10 milhões de euros que contará com um hotel de 5 estrelas e uma adega para vinificação dos vinhos da propriedade, um projeto que será de extrema relevância para a região do Douro.

Ao lado do autarca, durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra estiveram Manuel Marino e Rui Quelhas, em representação da Quinta da Vacaria e Luís Pedro Martins, Presidente da Entidade do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Rui Quelhas, representante do empreendimento afirmou que “este projeto percorreu um caminho longo, de quatro anos, mas que foi sempre muito bem acompanhado pela autarquia e por todos os restantes parceiros”.

Por seu lado o presidente do TPNP sublinhou a importância “de projetos desta dimensão na promoção da região e na atração de turistas de um segmento mais elevado”.

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