A melhor música portuguesa tocou a Nordeste

Milhares de pessoas participaram no festival/ Foto: Salomé Ferreira

Milhares de pessoas participaram no festival/ Foto: Salomé Ferreira

O parque Corgo em Vila Real recebeu, nos dias 1 e 2 de julho, mais uma edição do festival Rock Nordeste. Milhares de pessoas participaram no festival que quer divulgar “a melhor música portuguesa da atualidade”.

Foi entre a cidade e a natureza, com o parque Corgo como pano de fundo, que se realizou mais uma edição do Rock Nordeste, evento que pretende “ser uma amostra da melhor música portuguesa que se faz na atualidade”, explicou ao VivaDouro Ilídio Marques, representante da Covilhete na Mão, produtora do evento.

Afirmando que este foi “totalmente um ano de afirmação”, Ilídio Marques revela que houve “uma maior aposta no cartaz, em que procuramos trazer aqui um programa muito pensado, com bandas que representam aquilo que é a nata da melhor música portuguesa da atualidade”, acrescentou.

Ao longo de dois dias, o parque Corgo em Vila Real recebeu várias bandas de renome a nível nacional, de onde se destacam Linda Martini e Orelha Negra. Entre nomes como Paus, Dj Ride, Best Youth, Branko, Sean Riley & The Slowriders, Noiserv, B Fachada, marcaram ainda presença os Can Cun, banda vila-realense.

Foram milhares as pessoas que foram até às margens do Rio Corgo ao longo destes dois dias para ouvir e sentir o que de melhor se faz a nível musical em Portugal. Mesmo que sendo maioritariamente constituído por a camada jovem, entre o público podiam-se também ver famílias inteiras, com membros de várias idades, a participar no festival.

Sendo que, de acordo com Ilídio Marques, o público de fora de Vila Real rondou cerca de 60%, o que na opinião do membro da Covilhete na Mão “é muito bom”. Ilídio Marques faz um “balanço extremamente positivo” da edição deste ano do festival.

VRUM – Mercado Urbano associou-se ao festival

Em parceria com o Rock Nordeste realizou-se, no dia 2 de julho, a 12.ª edição do VRUM, um mercado urbano com diversos produtos e mostras de artesanato que espelham o que se faz na região.

Afirmando-se como um “movimento que pretende agitar a cidade de Vila Real”, o conceito do VRUM surgiu pela mão de Patrícia Fidalgo, que considerava importante a cidade “enaltecer o seu artesanato e divulgar o que se faz na região”, explicou ao VivaDouro.

A contar já a 12.ª edição, Patrícia Fidalgo revela que o projeto “tem tido altos e baixos, dependendo da época em que se realiza”, afirmou. Sendo que, de acordo com a impulsionadora da iniciativa, a parceria com o Rock Nordeste é benéfica, uma vez que “atrai diferentes tipos de público”, confessou ao VivaDouro.

Foram cerca de vinte os expositores presentes nesta 12.ª edição, e uma vez que o evento prima pela “variedade”, como explicou Patrícia Fidalgo, eram vários os produtos disponíveis, desde a moda, à gastronomia, acessórios, artesanato, usados, passando pela arte, música animação, entre outros.

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