Casa de Mateus promove Magusto Literário

Casa de Mateus promove Magusto Literário “Poemas & Castanhas” para apresentar “17×6 Uma Antologia do que nunca Poderia ter Acontecido” e convida os participantes a trazerem também um poema da sua eleição para partilhar entre todos.

A Pandemia baralhou os circuitos normais de criação e produção de produtos culturais, mas ao longo do último ano houve quem não se deixasse aprisionar. Criaram-se novos formatos de trabalho, reinventaram-se processos, explorou-se a falta de contacto físico. E… Nem o Tempo Nem a Distância (www.ntnd.pt) fez acontecer.

Fez acontecer 4 ateliers virtuais: protótipos de criação participativa entre artista(s) e público(s) de onde saiu uma peça final que estará em cena, dia 23 de novembro, no Teatro Municipal de Bragança e dia 25 de novembro no Teatro Municipal de Vila Real.

Ainda antes do espetáculo, dia 11 de novembro, às 17h, decorrerá na Casa de Mateus um Magusto Literário, onde será lançado: “17×6 Uma Antologia do que nunca Poderia ter Acontecido”.

Esta obra é uma recolha dos poemas escritos pelos participantes do atelier dirigido por Pedro Braga Falcão no âmbito do projeto Nem o Tempo nem a Distância, resultante do processo de partilha à distância, de confinamentos vários, da descoberta do impulso da escrita poética.

Neste mesmo dia, ficarão disponíveis em ntnd.pt os vídeos resultantes de cada um dos ateliers do projeto, dirigidos por Aldara Bizarro, António Fonseca, Eduardo Raon e Pedro Braga Falcão.

Sobre o programa Nem o Tempo Nem a Distância

Este projeto do blablaLab com o apoio da Fundação da Casa de Mateus e da DGArtes, procurou explorar com os interlocutores o poder da interação criativa em torno de propostas artísticas que partiram da dança, música e da literatura, tirando partido da liberdade de encontro que nos auferem as plataformas de comunicação online.

Cada artista conduziu um atelier virtual no qual, seja a partir de sons, gestos ou palavras, cada interveniente foi chamado a partilhar diferentes narrativas, memórias evocadas, ou simplesmente o seu gosto pessoal por determinada expressão sonora, literária ou gestual.

A ideia foi a de que, de sessão a sessão, os intervenientes se tornassem cada vez mais protagonistas dos processos propostos, tornando-se o espaço um verdadeiro espaço de partilha em comunidade e em liberdade.

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