Exposição em Tarouca juntou colecionadores da região duriense

A exposição esteve patente no Salão Nobre do concelho

A exposição esteve patente no Salão Nobre do concelho

Entre 29 de fevereiro e 7 de março, esteve aberta ao público, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Tarouca, a exposição de colecionismo. Com cerca de vinte coleções diferentes, foram centenas os visitantes que passaram no município para conhecer a iniciativa.

A exposição de colecionismo foi realizada pela primeira vez no concelho, no âmbito da associação Coisas de Tarouca, um grupo de cidadãos ativos e interessados na criação de dinâmicas culturais locais, sendo esta já a terceira iniciativa que realiza em parceria com a autarquia.

“A nossa atividade autárquica prima pela relação de apoio, parceria e complementaridade no trabalho e atividades levadas a cabo pelo associativismo local, e nesse sentido são sempre congregados esforços para que todas as iniciativas se revistam do sucesso ambicionado para as mesmas”, contou Valdemar Pereira, presidente do município.

Cerca de duas dezenas de participantes deram a conhecer as suas coleções numa mostra que reuniu desde miniaturas de carros, a coleções de notas, rótulos de vinhos, chávenas de café, borrachas, porta-chaves, entre outros. “Acreditamos que o colecionismo é uma das formas de perpetuar e preservar património, e com este tipo de iniciativas ambicionamos igualmente o despertar deste gosto nas gerações mais jovens”, frisou o edil.

Carlos Manuel, um dos elementos da entidade Coisas de Tarouca, afirmou ao VivaDouro que a exposição “superou todas as expectativas, principalmente porque vieram muitas pessoas de fora, inclusive Porto e Coimbra, interessadas nos nossos objetos. Não esperávamos tanto acolhimento”. O tarouquense frisou a importância do apoio e da disponibilidade da Câmara Municipal como um fator “decisivo para o sucesso da exposição”.

António Andrade, um dos colecionadores do evento que expos moedas e notas no Salão Nobre da autarquia referiu que estas atividades são “muito importantes para manter o concelho animado”. “A minha paixão pelas moedas nasceu na Amadora, quando fui visitar uma irmã que me deu dois álbuns cheios de moedas antigas. A partir daí, nunca mais parei”, contou o colecionador.

Valdemar Pereira salientou a importância destas iniciativas e da dinamização local para os tarouquenses, sublinhando que “os colecionadores gostam de se encontrar, partilhar experiências, o que acabou por acontecer”.

“Como o feedback foi tão positivo, dentro de dois anos iremos fazer uma exposição apenas com objetos de Tarouca, muito desse espólio é alheio ao conhecimento das pessoas e é necessário mostrá-lo”, concluiu Carlos Manuel.

 

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