Governo vai modernizar o Centro de Operações Especiais de Lamego

Governo vai modernizar o Centro de Operações Especiais | Foto: Direitos Reservados

Governo vai modernizar o Centro de Operações Especiais | Foto: Direitos Reservados

O Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE),  vai ser alvo de um investimento de 11 milhões de euros para “corrigir uma situação que começava a ser grave, de ausência de condições mínimas para que pudesse atuar normalmente”, anunciou o Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, no final da visita que efetuou à cidade em setembro.

A partir de 2017, e durante os próximos oito anos, o CTOE, instituição que forma os conhecidos “rangers”, vai ser alvo de uma reorganização das suas infraestruturas, com um conjunto de obras associadas.

“Esta “aspiração antiga” prevê a concentração das componentes operacional e de formação no Aquartelamento de Penude e a criação de alojamento em áreas de trabalho no Aquartelamento de Santa Cruz, onde serão investidos 2,9 milhões de euros. Em simultâneo, o Aquartelamento da Cruz Alta será “libertado” para outros fins”, revelou a autarquia em comunicado.

Durante a sua visita ao concelho lamecense, que o levou a conhecer todas as instalações que compõem o Centro de Tropas de Operações Especiais, Azeredo Lopes salientou o espírito de colaboração da Câmara Municipal de Lamego para o futuro deste projeto. “Hoje pudemos apercebermo-nos que foi feito um esforço com muito rigor: não há aqui nenhuma despesa que consiga apontar como excessiva e, ao mesmo tempo, prevê a libertação de um dos espaços”, referiu o Ministro da Defesa Nacional.

Francisco Lopes, presidente da autarquia, realçou a “ligação umbilical” que os lamecenses mantêm com o CTOE e com a vida militar, “trata-se de uma das mais emblemáticas instituições do nosso Exército e que, ao longo dos anos, granjeou grande fama no nosso país e no estrangeiro, nomeadamente pela sua participação em missões em cenários de guerra”, afirmou o edil.
Na sua visita, Azeredo Lopes aproveitou ainda a deslocação a Lamego para “conhecer a realidade das atividades de natureza militar desenvolvidas por esta unidade de elite do exército português, nomeadamente as suas múltiplas capacidades, valências e meios”, sublinhou a autarquia.

 

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