Lamego eleito membro da Administração da Rede Europeia das Cidades do Vinho

Lamego eleito membro da Administração da Rede Europeia das Cidades do Vinho | Foto: Direitos Reservados

Lamego eleito membro da Administração da Rede Europeia das Cidades do Vinho | Foto: Direitos Reservados

No mês de abril a autarquia de Lamego foi eleita membro do Conselho de Administração da Rede Europeia das Cidades do Vinho (RECEVIN) em Conegliano Valdobbiadene, Itália, a Cidade Europeia do Vinho 2016.

No encontro realizado na Cidade Europeia do Vinho 2016, a Associação de Municípios Portugueses do Vinho (APMV) foi eleita para a presidência da Rede Europeia das Cidades do Vinho. É a segunda vez que Portugal assume a presidência da RECEVIN e que a cidade integra o Conselho de Administração, “o que representa um peso e reconhecimento crescentes dos vinhos portugueses nos mercados europeu e mundial, mas também do papel dos municípios portugueses na promoção do território e na preservação das tradições culturais associadas ao vinho”, afirmou Francisco Lopes, chefe da autarquia e presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Douro.

“Sendo a AMPV a mais nova das associações nacionais que integram a RECEVIN, é de salientar a capacidade que esta associação teve em se integrar e ganhar o respeito das congéneres europeias, sendo de referir a articulação e o bom trabalho que tem sido feito especialmente com as associações italiana e espanhola”, realçou Francisco Lopes.

Para além da presença do município de Lamego no Conselho de Administração da Rede Europeia das Cidades do Vinho, também as autarquias do Cartaxo, Palmela e Reguengos de Monsaraz vão integrar este órgão dirigente. A cidade duriense foi um dos municípios fundadores da AMPV, uma associação criada para defender o património vitivinícola e valorizar o potencial endógeno das regiões e cidades do vinho.

O presidente da CIM Douro frisou a importância de ser uma associação portuguesa a assumir a presidência da Rede Europeia das Cidades do Vinho, com uma proposta “ambiciosa” de alargamento da participação de cidades do centro e leste da europa e ao reforço da presença da RECEVIN em Bruxelas. “Será muito significativo para a imagem do país, mas também para a capacidade das diversas regiões portuguesas melhor se posicionarem na obtenção de apoios da união europeia”, concluiu o autarca.

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