Lançada a primeira pedra para a construção da nova USF Nuno Grande, em Vila Real

Rui Santos, presidente da Câmara Municipal de Vila Real e Adalberto Campos Fernandes, ministro da Saúde / Foto: Sofia Costa

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, esteve no local da empreitada, no passado dia 5 de maio, para lançar a primeira pedra da obra para a construção das novas instalações da Unidade de Saúde Familiar (USF) Nuno Grande.

Para o ministro, o interior deve “aproximar o Serviço Nacional de Saúde dos cidadãos”, é para “investir” e “revitalizar”. Durante a visita, anunciou o esperado acelerador linear do Centro de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro para que seja possível “reter os cidadãos que vivem na região” de forma a evitar deslocações para outros hospitais mais longínquos.

O presidente da Câmara de Vila Real Rui Santos afirma que a cidade “é a ponte que liga o litoral ao interior”. Esta empreitada representa um investimento de mais de 700 mil euros e faz com que que Vila Real se afirme “como identidade no serviço de saúde” e serve, também, para limpar uma “cicatriz” da cidade, como destacou Rui Santos.

“A Administração Regional de Saúde do Norte e o Ministério da Saúde encontraram uma solução viável para todos”, rematou o autarca.

Sobre os investimentos declarados pelo ministro da Saúde, o edil diz que representam “uma vitória para Vila Real”, referindo-se a um equipamento de radioterapia, na ordem dos cinco milhões de euros, há muito desejado pelo Centro Hospitalar.

Adalberto Campos Fernandes visitou, também, a Farmácia de Montezelos com a Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins e terminou a jornada em Vila Real no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes onde assinou vários protocolos entre os diferentes hospitais da região norte para que “ao invés de competirem, cooperem”. No local estiveram nove hospitais representados.

O ministro trouxe mais boas notícias a Vila Real, anunciando que o Centro Hospitalar “foi consagrado ao nível do projeto de eficiência energética e vai ter uma verba muito significativa de 4,5 milhões de euros para investir na sua remodelação”.

“A capacidade de investimento do Estado não é muita, tem de ser inteligentemente utilizada e o interior é uma prioridade”, sublinhou o ministro da Saúde.

 

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